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Tudo o que vier pela cabeça dessa menina recém musa de Balzac...
![]() ![]() Se você tem ou conhece quem tenha a gravação do show do Blur em São Paulo, em 1999, que foi transmitido pela Directv, entre em contato comigo. E-mail: ESCREVA-ME! MEUS FOTOLOGS Laregina Helen e Regina TAMBÉM ESTOU EM: U2 EM SÃO PAULO 1998 MEUS AMIGOS SITES Blurbox Galaaz Radiohead Index BLOGS Adeus do Porto Aleatório A Life Less Ordinary Animais Precisam de Ajuda BritMuzikPrize Closer Clube da Luluzinha Contra Todos Contra Todos Tiras Diário de Bordo da Berinjela Voadora Doramundo Empty Spaces Free Minds Indie BR Laboratório Cultural Mundinho da Zandali Princesa Bárbara mandando tomar no Cuco Revista Errata Sex and the City dos Pobres She So High Sleepy Feeling The Great Escape The Music Mine Vidas Sonoras Your Mother Should Blog Young Hotel Foxtrot
Eu na Joselitolândia, mais
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Sexta-feira, Dezembro 28, 2007
2007 Acho que eu já fiz um balanço do ano num dos posts abaixo quando disse que por mais que eu tenha sofrido esse ano, foi um ano em que eu sai mais, sai do mundo virtual e voltei pro real. E me diverti MUITO! Nunca viajei tanto e ainda voltei pra balada rs Aproximei-me muito mais dos meus amigos e de pessoas queridas e tive que dizer não para alguém que eu amava muito, mas que não tinha mais como suportarmos a situação que se havia instalado - sinto falta, sinto, mas é preciso ser assim agora para que eu fique bem e possa ver tudo, no futuro, com bons olhos. Apesar que boa parte eu já vejo com bons olhos: não me arrependo das coisas, foram importantíssimas para mim e estava consciente do que fazia. Perdi meu avô e é complicado quando eu não dou a mínima pra minha vida e me lembro o quanto ele lutou para continuar com a dele - é até vergonhoso eu falar assim sobre mim, mas por mais que esse ano eu tenha tentado mudar muitas coisas, fazer um monte de mudanças, quando você chega ao final e não conseguiu que uma das suas metas mais importantes fosse alcançada é muito frustrante... me frustrei bastante nesse final de ano e, por mais que me bata o desânimo (por isso nem venho aqui escrever... porque o desânimo de escrever também é enorme, por isso meu sumiço daqui) eu sei que não posso desistir, que foi só um ano e que tenho muito ainda que aprender, muito que estudar, muito o que mudar para chegar onde eu quero... ... e se tudo der errado... ainda tenho minha cidadania a caminho... E tenho muito ainda que fazer, que conquistar, que rir, que amar, que viver. 2007 foi difícil para mim porque tive que lidar com perdas e frustrações - a principal vem de anos e anos e a outra que foi a gota d'água me machucou demais e vem de 2006 e eu carreguei todo um passado remoto e próximo no ano de 2007 - acho que vivi esse ano apenas pensando no passado... espero em 2008 pensar no presente e talvez fazer alguns planos (com o plano b junto) para o futuro. E sempre ter em mente que nada acaba de uma hora para outra, cada dia é uma nova chance. E espero me dar uma nova chance em 2008. Parar de onde parei em 2006, pensando sempre que as coisas têm que serem feitas com calma, sem ilusões e com muita certeza de que o futuro a gente não sabe, mas que o melhor é tentar sempre ver no que dá. Nada de depois lamentar o que se deixou para trás por medo. Continuar tentando, sempre! Dedico esse post a alguém que vive em 1975, quando decidiu esconder seus sentimentos e deixou que o medo guiasse sua vida. ***Quando eu tiver ânimo, eu escrevo sobre o show do Travis, eu prometo!! | Domingo, Dezembro 16, 2007
Às vezes, o que a gente precisa é apenas do amigo certo, na hora certa, com a palavra certa. O texto abaixo eu ainda não terminei, principalmente porque o considerei "altamente azedo" (porque eu estava altamente azeda quando escrevi), então, acho que está meio... digamos... coalhado... mas vamos ver se a parte final fica legal ;) Mi Buenos Aires, querido! É, demorei um mês pra contar, mas vocês sabem como sou lenta pra relatos... Freeshop, a Galeria Pajé do Aeroporto Chegamos e já tinha greve no pessoal da infraero, chegamos com umas 3 horas de antecedência e já tivemos que pegar uma super fila pra check-in e depois, o pior, pra embarque, os caras que tiram raio-x estavam em greve e um apenas trabalhava... duas horas de fila e muita irritação com essa coisa de não poder levar nada líquido na bagagem de mão: ter que despachar o que não sei queria... Fora que na fila havia um grupo de alemães (acredito que era alemães) que um pulou a fila, e pra pula, enfiou bem o pézão na minha cara e só disse um "sorry" que eu xinguei em português até dizendo que "depois dizem que os europeus são educados..." minha tia queria me matar... mesmo assim disse que ele nem estava entendendo nada... e eu "será? esse povo às vezes sabe e se finge de desentendido..." e ficou com a super mochila dele jogando pra cima de mim durante o trajeto todo da fila ... O engraçado de se viajar para fora do Brasil é chegar ao "paraíso das compras": o famoso Freeshop, vc passa com seu passaporte - agora não mais virgem - por uma porta e está lá, na terra da fantasia dos consumistas... Fui com um grupo de pessoas, amigos de uma tia minha (ela também foi) e estavam as mulheres todas loucas por perfumes e não sei o que não sei o que lá daqui... e experimentaram milhões nos braços, ficaram até sem olfato... eu e minha enxaqueca não queremos saber de perfumes, claro que eu tinha um que guardava pra "momentos especiais", mas os momentos especiais aconteciam tão raramente que o perfume francês de amostra grátis que ganhei virou puro álcool... Então, pra quê perfume se eu não os suporto e nem tenho momentos bons pra usá-los? Pra mim, compras são um tédio... não sei ficar comprando como desvairad coisas que não vou usar - talvez porque nunca tive dinheiro pra isso - o que me deixava de olhos brilhantes eram os chocolates (isso sim!) tinham toblerones em tamanho "Itu". Nem vi o preço pra não cair de costas rss Como falam tão bem daquelas maquiagens estrangeiras experimentei comprar um corretivo para "sumir" com minha olheiras. Bem, o rapaz que trabalhava lá sabia maquiar e, claro, o efeito que deu, na hora comprei. Enquanto esperava a hora do embarque vi do lado de fora um avião da British Arways, liguei pra minha mãe e disse: "Mãe, tem um avião britânico aqui, acho que vou me esconder e ir embora nele!!" É... sonho... Embarquei, fui com uma companhia nacional que SEMPRE tem problemas com seus aviões (já descobriram qual é, né?) o avião era como os de vôos nacionais: bancos apertados que nem dava pra sair do lugar sem ter que acordar a pessoa que sentou no corredor... odeio isso... Buenos Aires, chegada Cheguei à noite em Bs. As., olhando pela janela do avião você já percebe que não é MESMO São Paulo: a cidade é toda plana e "quadriculada" pelas luzes, muito bem planejada, você já percebe do alto. Imigração Sair de um vôo que não nacional dá um senhor trabalho... é papel pra preencher daqui, dali e pegar a fila da imigração... um porre... mas não é por isso que você tem que dar uma de brasileiro e já mal pÔr os pés em terras portenhas e já querer levar vantagem em tudo! E não foi exatamente o que aconteceu? As placas indicavam: uma fila para argentinos que vinham do exterior, outra preferencial, uma para o "Mercosur" e outras para os demais estrangeiros. A fila dos argentinos tinha acabado, não tinha ninguém passando e o que um brilhante brasileiro teve a idéia??? Pular a fila, oras! tá vazia "vamo invadí!" o grupo que estava comigo foi a favor, eu e mais duas pessoas não queríamos mudar de fila, mas tive que ir pra minha tia não ficar muito doida (ah, vocês vão ler as peripécias da ansiosa já já...) porque eu me separei dela e tive que imitar os demais e ir pra outra fila... Daí chegou outro vôo com argentinos o pessoal da imigração estranhou: de onde esse povo saiu que está atrapalhando a fila? quem é que autorizou? (chegou o chefe falando em espanhol) e decidiu que, com aquela confusão, era melhor abrirem a parte somente para preferenciais para os argentinos, para a fila andar mais rápida, além de outros que continuaram atrás de nós, com caras bravas e, com certeza, sabendo bem de onde viemos... A moça da imigração já carimbou com um super mal-humor, eu também estaria... mas os outros começaram a dizer que os argentinos são mal-humorados e mal-educados. Claro, os brasileiros são gentlemen... O guia nos buscou num bus caindo aos pedaços, ele nos levaria pro Hotel, assim como mais um monte de gente que ia pra outros hotéis. O aeroporto é longe da cidade, deu pra conhecer um pouco da cidade à noite: sua avenidas largas, limpas, muitos viadutos cruzando por todo a parte e os pedágios... tudo tem um preço, não? O Hotel não tinha piscina, como me haviam dito, mas com tão pouco tempo, nem daria mesmo tempo de olhar pra piscina. Liguei a tv para ver o que acontecia: um monte de programas de esporte e política, num canal passava "o clone" e outros com os seriados americanos, filmes etc. O melhor é que achei na Sony me querido Seinfeld: ainda bem que era legendado e eu já conhecia bem aquele episódio: George conta a senha de seu cartão pra mãe de J. Peterman (o chefe bom da cabeça da Elaine rss) e quando a velha morre Peterman só fica "o que será, quem é Bosco?" rss é, matei minha saudade de Seinfeld. Sexta-feira Fomos passear pelos arredores do Hotel na parte da manhã e ver como o povo se comporta. Todo centro de cidade é igual: prédio antigos (mas bem cuidados e bonitos), muita gente para lá e pra cá. Só que assim que os lojistas percebem que você é de "fora" querem mostrar milhões de coisas, oferecer montes de produtos. Algumas lojas os vendedores ficam abordando na porta e já percebem logo e você é brasileiro e arriscam um portunhol. O que eu achei diferente é que todo mundo se veste bem: você não vê aquelas barangas e baranguinhas com barriga de fora mostrando o piercing (ou que você consegue ver no meu da banha) ou caras de regata com a parte da barriga levantada pra mostrar aquele barril de chop hiper sexy: as pessoas se vestem!!! Os vendedores, o povo na rua está vestido! Não acha que está abafando com um pedaço de trapo que mal cobre o corpo e diz que é saia e fica na porta da loja gritando com uma voz irritante: "vamo entrá pessuuual! vamu lá, tia!" Não, as vendedoras que ficam na porta estão de saia e casaquinho, arrisco chamar de tailer, assim como os homens de terno e gravata (ah, não é mentira! juro!! e estava calor!). Claro que o pessoal nas lojas não andam assim, mas também não andam como um bando de favelados... o movimento dos sem roupa msr! (Noooossa, como você está amarga! Saia do país e veja se você não fica quando voltar...) As pessoas são elegantes, os caras têm um cabelo meio comprido (como é de costume) mas é um cabelo penteado, arrrumadinho, todo mundo se arruma bem, as mulheres também são bonitas. Eu não disse ainda que eles são lindos, né??? são!!!!! e olham MESMO pra você, não se importam em paquerar - não são bocós como os brasileiros que fazem c* doce. (desculpem aí, amigos rs mas eles dizem a que vieram...). A "calle Florida" é a rua principal, por não ter tráfego de carros, só pessoas - uma rua direita limpa e sem camelôs. Conhecemos uma praça no final da Florida que tem um monumento aos mortos nas guerras das Malvinas. E aí percebi o quanto eles odeiam os ingleses, mas são iguais: nesse monumento ficam dois guardas, com roupas quentes, blusas de manga e enormes chapéus (no melhor estilo guarda da rainha). Dada uma certa hora, há a troca da guarda com toda aquela cerimônia que se pode ter. Uma das estações de trem tem uma torre chamada de "inglesa"... é... olha a influência aí... A praça é grande e todo mundo fica na grama na boa, porque ninguém destrói: lêem, conversam, tomam sol, apenas. Conheci tudo isso, mas correndo... minha tia e os outros corriam com desesperados porque queriam achar um lugar onde vendiam roupas de marca mais baratos e eu querendo ver a troca da guarda... Fomos almoçar e vi que naquele dia o restaurante oferecia strognoff, bem, lá vai a Menina experimentar o strognoff argentino! Eu estava com fome, pensava naquele molho branco... quando chega o meu prato: arroz parborizado quase como um sopa e carne no meio... cadê o strognoff?? Era esse... NÃO COMAM STROGNOFF NA ARGENTINA! só se não gostam de molho branco com champignon... Voltamos pro Hotel e esperamos o guia e seu bus - agora um maior e melhor - que recolhia os turistas nos hotéis para fazer a citytour. Nunca tinha feito uma citytour assim, não gostei. O guia dessa excursão falava pra gente num portunhol que dava pra entender, daí era assim "aqui é a casa rosada" flash flash flash! (são as máquinas digitais batendo sem parar fotos de dentro do busão) "vocês têm 20 minutos para conhecer por dentro a Catedral (flash flash flash!). Achei isso muito ruim, você mal vê as coisas, sente o ambiente... ainda mais quando se entra numa igreja enorme, cheia de altares, linda! Dali fomos passando por outros bairros interessantes, por lugares que pareciam legais, mas não davam tempo de bater foto... Fomos ao Barrio de La Boca: sim, do Boca Juniors. "Vocês têm 10 minutos para conhecer la Bombonera!" se quiserem pagar 10 pesos... claro... É claro que eu entrei no estádio... ia perder a oportunidade de ficar me exibindo com fotos pros malucos por futebol?? rss nem pensar! Da nossa turma eu fui a única mulher que entrou no estádio, as outras foram tomar café e minha tia comprar uma camiseta do Boca para meu primo mais novo - e mais mimado, claro... - a camiseta no estádio era 80 dólares, nas lojas em frente o preço é 25 dólares. Minha tia era a perfeita turista! Andava com notas de CEM dólares, nada de peso, nem dinheiro trocado! Daí ia comprar as coisas nas lojas - que aceitavam, é claro! dólar (1 dólar =3 pesos)-, mas davam troco em peso, depois se sentia prejudicada... bem, ela achou absurdo eu ter ido com peso pra Argentina, imagina! trocar real por peso... engraçado como ninguém me enganou e não me senti prejudicada... por que será? Como aquele ditado inglês: em Roma ajam como os Romanos... Reclamou, reclamou, reclamou e tive que converter o troco para ver se estava certo: estava, ninguém roubou dinheiro dela... mas se atrasou mais que eu que visitei a bombonera. É, essas tours é um tentado adiantar o outro... isso é um saco, porque o cara marca e tem que estar todo mundo a hora que ele manda... um saco isso... Fomos até a parte mais famosa do bairro da Boca: o Caminito, são casas antigas, de lata, todas coloridas. Segundo o guia, como ali tem um porto, o pessoal trabalhava no porto, não tinha dinheiro pra pintar as casas e pegavam as tintas que sobravam dos navios. Assim o bairro de imigrantes italianos ficou famoso. Todos os turistas se encontram ali, muitas lojas de souvenirs, todas tocando tango, assim como gente dançando tango. Há casais que tiram fotos com os turistas para dizer que "fui a Bs. As e dancei tango". Muito artesanato e quadros também dominam a rua. É bem pitoresco o "caminito" e muito legal de visitar - menos à noite, porque o tráfico domina a região que é pobre e de imigrantes colombianos, bolivianos e peruanos (segundo o guia, claro). Vimos um favela por esses lados quando voltávamos, mas logo chegamos à parte nobre San Telmo (bairro das baladas, boêmio) e Porto Madero: que me lembrou Belém. Há umas docas enormes, uns 2 kilômetros, que foram restaurados e viraram restaurantes, lanchonetes, lojas caras e cinema, o point! Antes de chegar até ali, passamos por baixo de um viaduto que tem umas escavações acontecendo, os presos políticos que foram mortos foram encontrados ali, há um boneco desenhado na terra para marcar o que aconteceu... tempos difícis também pra eles... Vimos outros locais muito bonitos, muitos parques, as ruas todas arborizadas e limpas... outro mundo! Mas, claro, era sexta à tarde, e tinha o nosso querido rush. Não via a hora de chegar ao Hotel, tinha conversado com os atendentes e eles tinham me dito que duas irmãs paraguaias também iam ao mesmo show que eu. QUE SHOW???? Ah, é! Eu fui ver o Travis (láláláláláláaaaa!!!) Consegui conversar com uma delas, a mais simpática (Virgínia) e rachamos o táxi até o Estádio do Vellez Sarsfield. Consegui é modo de dizer... os paraguaios falam um outro espanhol (tá, eu sei, o guarani), mas é uma coisa maluca quando resolvem falar em castelhano! Parece um espanhol caipira... eu não entendia bulhufas! era muito difícil entendê-las, mas rachamos o táxi pro show, isso é o que importava naquele momento pra mim. Yeah!Festival Eu fui! (ver o Travis!!!!!) Pegamos um senhor trânsito mais uma vez. O motorista do táxi tentou desviar, ir por outros caminhos (é, os taxistas são honestos! que mundo é esse??? rss), mas não deu jeito: Buenos Aires sexta à noite é barra pesada como Sampa... Chegamos ao Estádio era 9 e 10 - show marcado pra 8 da noite, quando um show começa às 8 da noite?? Em Buenos Aires sim e eu perdi o show do Starsailor... se eu gosto de Starsailor? De algumas músicas, mas queria me exibir pra todo mundo que eu vi a banda mais improvável de um dia aparecer no Brasil... é, Bruno, foi praga sua! rss Daí uns 10 minutos entra o Travis!!! E perguntei pra amiga das paraguaias que já estavam lá: o Starsailor já foi? E ela disse que sim. Algumas coisas se parecem muito com o Brasil: chegamos, passamos por uma revista muito da "não revista" o que eu achei o máximo porque estava com minha câmera e fomos pro nosso lugar que já não existia mais, a mulher que nos levava ao local, colocou-nos juntas, só que eu era uma fila antes das irmãs guarânia e tive que ouvir da senhora: houve um problema com os lugares então vocês vão ter que se sentar ali. Ou seja: invadiram as numeradas dos outros. Não que o lugar que eu tenha pego tenha feito uma hiper diferença, mas eu paguei 220 pesos por ele! Mas... como brasileira conformada com essas coisas, nem fiquei no meu lugar quando o Travis surgiu. O povo da numerada era muito frio, só estava ali esperando o Killers mesmo e mal batiam palma ou se empolgavam...todos sentados e patéticos com suas caras de "tô chapando minha cerveja e fumando (o que, não sei rs), dá um tempo!" pra não ter problemas diplomáticos, preferi ficar perto da grade, fora do meu lugar para pular como uma louca e não atrapalhar o bando de "killers clones e seu ar blasé". |
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